passista

fantasio o que as máscaras ocultam, carnaval dentro de mim. sinto o bafio de uma ópera bufa. adereços, passamanes, adornos, atavios… avenida em aberto, sambo, enredado na teia de desarmonias… atravesso a bateria disperso… uma evolução acontece, parada brusca… bebo as apoteoses das tuas aparências…



2 comentários em “passista

  1. Bacana esse seu passista imaginativo, que fantasia o lado de dentro das máscaras e, ao mesmo tempo, revela que em seu interior existe um carnaval há muito escondido,com
    com seus adereços, passamanes, adornos, atavios mofados.

    Mas idependentemente disso, você mostra que o mesmo passista tem uma liberdade desengonçada para sambar na avenida em aberto. Essa liberdade desengonçada é coisa de Pierrot ou de Arlequim? Taí uma coisa que eu gostaria de saber.

    Tava lendo o teu poema, ouvindo Caetano: http://letras.mus.br/caetano-veloso/81055/

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