respirar

o florescer do ódio,
quando eu menos esperava,
no momento onde
quase tudo
caminhava,
a flor desabrochou.
lute contra isso, francisco!
foi a voz de magá ao pé do meu ouvido.
fechava os olhos,
respirava profundamente,
mas a voz da outra,
que em outrora fez amar,
e depois de tolo me fazer,
digo, faz,
ecoava por aqui.
e com ela,
a flor,
que um dia foi sinônimo
de outra cor,
se coloria cada vez mais.
amarelo,
azul,
betume.
tanto faz,
não me pune!
pois
o ódio,
floresce,
a cada manhã,
após a leitura
de mais uma
mensagem!
deveras,
acredite,
tudo
isso que faz
é
uma
puta
sacanagem!


Desafio da Semana:

18/06 - O florescer do ódio

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