Sr. Solidão e dona Alegria

Nesta história você irá conhecer dois personagens que viviam em uma pequena cidade cinza. E cada um tinha sua cor favorita e não se misturavam. A primeira é Dona Alegria. Sempre com um sorriso largo no rosto e gestos estabanados, era alta e adorava a cor branca. Sua casa, roupa, dentes e até cabelos eram … Continue lendo Sr. Solidão e dona Alegria

Bolinhos salgados sabor chocolate

No começo não se sabia direito porque Ângela vomitava. Logo ela, que sempre aguentou bem as peripécias do mar. Quase quatro anos sem passar mal, nenhuma passadinha, e agora isso. Não importava quanto o barco balançava, ela tirava de letra, e agora isso. Alberto se preocupava, mas não podia tirar os olhos do resto. Comandar … Continue lendo Bolinhos salgados sabor chocolate

Acho que deve ser assim

Acordou com o Sol esquentando seu rosto. Estava deitado em um gramado verde claro, cercado por algumas árvores espaçadas. Eram de todos os tamanhos, mas suas copas tinham o mesmo formato arredondado. As flores tinham a altura dos seus ombros e alguns cogumelos batiam no seu joelho. Os prédios desafiavam a geometria com suas fachadas … Continue lendo Acho que deve ser assim

Sleeping pills

Foi somente depois que o avião pousou que Théo despertou de um sono sem lembranças. Onde estava? Ainda sonolento, não compreendeu a mensagem do piloto. As palavras pareciam zumbidos de mosquito. Viajava sempre nas poltronas da frente para ser um dos primeiros a sair. Tinha pavor de voar e só conseguia ficar dentro de uma … Continue lendo Sleeping pills

Um bilhete debaixo do travesseiro – a perspectiva de quem escreveu o bilhete

Na semana do dia 03/04/2017, o desafio literário proposto por Xico Barbosa foi: Uma pessoa acorda. Corre a mão pela cama e não encontra o outro. Debaixo do travesseiro há um bilhete. Qual o sentimento ao encontrá-lo? O que está escrito? Como ela ficou após a leitura? Para essa semana, Xico propõe o seguinte desafio: Escreva agora … Continue lendo Um bilhete debaixo do travesseiro – a perspectiva de quem escreveu o bilhete