Despedida. (Até a proxima vez que te encontrar)

São Paulo, 28 de julho de 2013 Amor, Eu deveria ter te deixado ir quando pediu minha ausencia pela primeira vez. Eu deveria ter abortado nosso amor, mesmo sabendo que isso seria um crime inafiançavel, eu deveria ter cometido perjurio diante daquele juiz de paz, que um dia abencou nossa relacao. Eu deveria nao querer … Continue lendo Despedida. (Até a proxima vez que te encontrar)

Ela é pura, com a sacanagem da palavra.

Aquela moça um dia seria minha, aquele ritmo, aquele movimento, aquelas curva, aquela vontade.   Duas vezes por semana. Terças e sabados, eu sento naquele balcão, peço uma bebida qualquer, sorrio falsamente para os outros frequentadores, sinto um certo desprezo por eles; assumo. Sou recém-separado, não tenho filhos. Tenho um amor. Ela se chama Tábata (ou … Continue lendo Ela é pura, com a sacanagem da palavra.

das possibilidades

Eu viveria de 'se', se isso fosse juntar tua vida com minha vontade com minha necessidade com nossa loucura com tua bondade com minhas mentiras com tuas lembranças com nossas crianças com aquelas idéias com poucas vergonhas com desejos com tesão com mentira com suor com sabor com 'senões' com talvez com tudo-o-que-posso com conversas com verdades … Continue lendo das possibilidades

Portas e Janelas

Novamente ele parte. Diferente de todas as outras partidas, essa dói mais. Essa me maltrata. Não procuro respostas, não quero solução. Quero um instante. O meu instante. Lembro daqueles dias onde nosso desejo era único. Um. Nós dois compartilhávamos um ideal. Onde ficou esse tempo? Eu escuto suas vontades, vejo seu querer, compactuo a cada dia cada palavra contigo. … Continue lendo Portas e Janelas

Virtual’mante

Eu salvo cada uma de nossas conversas, cada foto pervertida, cada provocação. Somos a nova categoria de amantes. Jamais nos vimos, jamais nos tocamos. Mas já gozamos loucamente diversas vezes. Cada qual em seu canto, cada qual a sua maneira.  Somos casados (com terceiros), somos fiéis. Somos fiéis? Nos atentamos, matamos as vontades mais absurdas. … Continue lendo Virtual’mante

(sem título) [sem medos, sem amarras, sem….]

Pare de dizer que eu não penso em você.  Pare de dizer que te esqueço.  Pare de querer colocar pensamentos indevidos em mim. Comece a vislumbrar meu eu em você, Comece a sentir meu teu nosso tesão. Comece a vestir nosso a-bê-cê. Continue me seduzindo querendo, Continue me segurando entre pernas, Continue me satisfazendo com … Continue lendo (sem título) [sem medos, sem amarras, sem….]